Marinha aponta três culpados por acidente que matou 19 pessoas em Mar Grande
Ao todo, 19 pessoas morreram – dessas, eram 13 mulheres, três
homens e três crianças
homens e três crianças
O resultado do
inquérito que apura as causas do naufrágio da lancha Cavalo Marinho I foi
divulgado nesta terça-feira (23), pela Marinha, na véspera do dia em que se
completam cinco meses da tragédia que matou 19 pessoas. Foram considerados
responsáveis o engenheiro técnico e o dono da empresa por negligência e o comandante por imprudência. Além disso,
foi indicado que a embarcação não tinha condições de navegabilidade e que havia
pesos soltos na embarcação.
inquérito que apura as causas do naufrágio da lancha Cavalo Marinho I foi
divulgado nesta terça-feira (23), pela Marinha, na véspera do dia em que se
completam cinco meses da tragédia que matou 19 pessoas. Foram considerados
responsáveis o engenheiro técnico e o dono da empresa por negligência e o comandante por imprudência. Além disso,
foi indicado que a embarcação não tinha condições de navegabilidade e que havia
pesos soltos na embarcação.
“A
embaração não cumpria os critérios de estabilidade exigidos por lei. A
embarcação possuía lastros não autorizados e colocados de forma indevida que
acabaram se soltando. Faltava fixá-los no local correto e medidas defensivas
que poderiam ser adotadas. O peso desses lastros e que conseguimos chegar a um
valor que chega a até 400 kg de lastro colocados com a intenção de aumentar a
manobrabilidade da embarcação, ou seja, a capacidade dela de atender às suas
guinadas”, explica o capitão de mar e guerra Leonardo Andrade Reis,
capitão dos portos da Bahia.
embaração não cumpria os critérios de estabilidade exigidos por lei. A
embarcação possuía lastros não autorizados e colocados de forma indevida que
acabaram se soltando. Faltava fixá-los no local correto e medidas defensivas
que poderiam ser adotadas. O peso desses lastros e que conseguimos chegar a um
valor que chega a até 400 kg de lastro colocados com a intenção de aumentar a
manobrabilidade da embarcação, ou seja, a capacidade dela de atender às suas
guinadas”, explica o capitão de mar e guerra Leonardo Andrade Reis,
capitão dos portos da Bahia.





