O povo da Zona Rural amarga abandono de Marcos Medrado, cobra trabalho sério e diz ter sido enganado

As redes sociais de Valença estão inundadas de áudios com reclamações contra o prefeito Marcos Medrado em algumas áreas, e nossa redação já não sabe mais onde guardá-los. Os áudios são reais, sinceros e expõem o contrário da propaganda que é feita pela equipe do gestor sobre suas grandes obras e a fictícia mudança de seis meses no município que hoje aos nove meses ninguém vê.
Para começar, os desmandos impressos sobre trabalhadores da Praça da República foram dolorosos, estes foram atirados numa área reconhecidamente perigosa e nunca tiveram qualquer apoio do gestor, estão lá jogados à própria sorte, com gente passando necessidade por não conseguir vender nada, pois o público tem medo de ir lá.
Dentre esses desastres quem mais está sofrendo são os moradores da Zona Rural, estes reclamam que as estradas não funcionam, e sugerem que o prefeito pare de fazer festa todo dia para enganar o povo e cuide do município, sugerem também que o prefeito Medrado faça a festa de Valença como o Micareta por exemplo. Reclamam que estão completamente abandonados pelo gestor, inclusive, eles repudiam o que foi feito com a comerciante pobre que teve sua barraca derrubada sem nenhuma indenização ou qualquer forma de respeito, D. Antonia, próxima ao Mercado do Peixe. E agora D. Antonia vai passar fome, por não ter onde trabalhar para se sustentar? O prefeito deve ter responsabilidade com seus eleitores.
Há quem reclame que Valença agora só tem “obra começada” e está apostando quando vai terminar, porque eles querem mesmo é ver esses trabalhos anunciados sendo concluídos, até porque quem vive de promessa é o santo, trabalho mesmo é para ser visto e utilizado pelo povo. Segundo os moradores da Zona Rural o prefeito prometeu e não cumpriu nada até agora, e o município segue o mesmo caminho de antes, muita conversa, e nenhum trabalho que resolva as necessidades dos munícipes. É uma pena, que as pessoas acreditem milagres e nem pensem que estes não chegam para todo mundo.




