CNJ PODE JULGAR NESTA TERÇA-FEIRA PEDIDO DO PT, PCDOB E PSB PARA PUNIR MORO

Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) julga nesta terça-feira (17) o pedido feito pelo PT,
PCdoB e PSB para que Sérgio Moro seja punido em razão de ter autorizado a
divulgação dos áudios referentes a interceptação telefônica entre a presidente
deposta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; caso seja
punido, Moro poderá sofrer desde uma advertência ou censura, até a remoção ou
aposentadoria compulsória ou ser exonerado do cargo.
247 – O Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) julga nesta terça-feira (17) o pedido feito pelo PT,
PCdoB e PSB para que Sérgio Moro seja punido em razão de ter autorizado a
divulgação dos áudios referentes a interceptação telefônica entre a presidente
deposta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Caso seja
punido, Moro poderá sofrer desde uma advertência ou censura, até a remoção ou
aposentadoria compulsória ou até mesmo ser exonerado do cargo.
Nacional de Justiça (CNJ) julga nesta terça-feira (17) o pedido feito pelo PT,
PCdoB e PSB para que Sérgio Moro seja punido em razão de ter autorizado a
divulgação dos áudios referentes a interceptação telefônica entre a presidente
deposta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; caso seja
punido, Moro poderá sofrer desde uma advertência ou censura, até a remoção ou
aposentadoria compulsória ou ser exonerado do cargo.
247 – O Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) julga nesta terça-feira (17) o pedido feito pelo PT,
PCdoB e PSB para que Sérgio Moro seja punido em razão de ter autorizado a
divulgação dos áudios referentes a interceptação telefônica entre a presidente
deposta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Caso seja
punido, Moro poderá sofrer desde uma advertência ou censura, até a remoção ou
aposentadoria compulsória ou até mesmo ser exonerado do cargo.
Apesar do
assunto estar colocado na pauta do CNJ, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ)
diz não acreditar que o caso seja levado a julgamento. “Entra e sai da
pauta direto. Quando completar dois anos eu vou mandar um bolo para a Cármen
Lúcia”, disse Damous em referência a presidente do Supremo Tribunal
Federal (STF) e do CNJ, ministra Cármen Lúcia.
assunto estar colocado na pauta do CNJ, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ)
diz não acreditar que o caso seja levado a julgamento. “Entra e sai da
pauta direto. Quando completar dois anos eu vou mandar um bolo para a Cármen
Lúcia”, disse Damous em referência a presidente do Supremo Tribunal
Federal (STF) e do CNJ, ministra Cármen Lúcia.




