O STF está sem direção, com ministro agindo sob controle de miliciano político e seu presidente em silêncio

Desde ontem o Brasil está assistindo a um filme de terror protagonizado por um ministro terrivelmente evangélico do STF, que, para proteger seus “chefes” milicianos e a si mesmo, da revelação sobre sua interação com Daniel Vorcaro, bem como interromper a continuidade da investigação sobre o filme Dark Horse, deu uma canetada única e retirou o chefe da Polícia Federal e seu diretor do comando (atribuições do presidente da República) para proteger a si mesmo de revelação sobre sua interação com Daniel Vorcaro.
A AGU entrou com recurso porque a PF não pode ser desmontada por um ministro do STF e o presidente do órgão deu 3 dias para o terrível comentar sobre o recurso. Atitude nunca vista em uma situação de emergência no Poder Judiciário, só um presidente sem capacidade resolutiva para agir com tanta lentidão em uma questão tão importante.
Procurado pela AGU e pelo próprio chefe da PF o ministro Flávio Dino, resolveu analisar o pedido e como deve agir a justiça em momentos de muita gravidade, deu uma Liminar restabelecendo o comando da Polícia Federal e submetendo sua decisão ao Plenário do STF, o que deve ser ser feito com urgência.
O que está acontecendo em plena campanha política no Brasil é a execução de um golpe eleitoral planejado por Bolsonaro que se encontra preso, e seus filhos Eduardo e Fravio que segue com a segunda tentativa de golpe.
O André Mendonça é o executor oficial do golpe através do uso abusivo das leis e a interrupção do trabalho da PF em busca de apuração dos crimes praticados por Fravio para prejudicar a campanha do presidente Lula e dar a vitória ao filho do Bolsonaro o qual já falou abertamente que vai entregar o Brasil para os Estados Unidos governarem se ganhar a eleição.
Por Irene Dóres




