FESTA DE YEMANJÁ ACONTECE SEM O PREFEITO RICARDO MOURA
Sem a presença do
prefeito Ricardo Moura que se encontra convalescendo de uma cirurgia, e do vice prefeito que simplesmente não compareceu. Coube à primeira dama Margarete Portugal Moura fazer lindamente a
anfitriã do cortejo para os festejos de Yemanjá que aconteceu nesta manhã na
praia do Guaibim.
prefeito Ricardo Moura que se encontra convalescendo de uma cirurgia, e do vice prefeito que simplesmente não compareceu. Coube à primeira dama Margarete Portugal Moura fazer lindamente a
anfitriã do cortejo para os festejos de Yemanjá que aconteceu nesta manhã na
praia do Guaibim.
Esse ano a festa
foi bem mais humilde que a do ano passado. A prefeitura não levou apresentações
culturais como capoeira, Olodum Mirim ou outra atração parecida. Falou-se até
que la existia uma Zambiapunga, contudo não observamos sua manifestação. O que
se viu foi um mini trio colocado pelo vereador
Pó de Pesca na praça principal.
foi bem mais humilde que a do ano passado. A prefeitura não levou apresentações
culturais como capoeira, Olodum Mirim ou outra atração parecida. Falou-se até
que la existia uma Zambiapunga, contudo não observamos sua manifestação. O que
se viu foi um mini trio colocado pelo vereador
Pó de Pesca na praça principal.
Os terreiros decandomblé também pareceram diminutos em suas presenças, e algumas pessoas
reclamavam muito da prefeitura alegando que a instituição teria deixado os
balaios empobrecidos. Pelo que entendemos, achamos lindos e parecia estar tudo
bem.
Estiveram presentes no evento alguns vereadores como Mateus Passos, Jurandir Almeida, Benvindo, e o Pó da Peca que reside no Guaibim, também estiveram no evento o deputado Hildécio Meireles, e os pre candidatos Jurandir Almeida e Dau da água mineral, alguns secretários e o Conselho de Cultura de Valença.
Finalmente às
11h o cortejo dos balaios partiu para o mar que parecia não querer receber
alguma oferenda, muito trabalho para os barcos atravessarem umas ondas fortes no
mar agitado e rebelde do Guaibim.
11h o cortejo dos balaios partiu para o mar que parecia não querer receber
alguma oferenda, muito trabalho para os barcos atravessarem umas ondas fortes no
mar agitado e rebelde do Guaibim.

































