Donald Trump em Davos: conta mentiras diz que só ele pode proteger a Groelândia e afirma que não invadirá a ilha, mas se lembrará da negativa

Hoje pela manhã o presidente dos EUA Donald Trump compareceu à cidade de Davos na Suíça para discursar no Fórum Mundial de Economia. Durante o discurso Trump, tentou seduzir com ameaças a governança da Dinamarca e disse que só ele poderia garantir a segurança da Groelandia. A União Europeia se levantou contra as ameaças de Trump e prometeu usar da bazuca financeira para combater a senha de Trump.
O presidente da França e a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, garantiram que Europa não será chantageada e que providencias extremas como a “bazuca financeira será usada” a Bazuca seria realizada da seguinte forma: a UE poderia impor tarifas adicionais às importações dos EUA, como também impedir que empresas americanas comprem ações de empresas de qualquer um dos seus 27 Estados-Membros. Se essa atitude for tomada o EUA sofreriam uma derrocada financeira muito forte.
Após entender que a União Europeia não está de brincadeira na defesa da soberania da Groelândia, Trump declarou em seu discurso que:
“Eu não preciso usar a força. Eu não quero usar a força. Eu não usarei a força. Tudo o que os Estados Unidos estão pedindo é um lugar chamado Groenlândia”, discursou Trump. “Nós nunca pedimos nada mais, então eles têm uma chance. Vocês podem dizer sim, e nós apreciaremos muito, ou vocês podem dizer não e nós lembraremos que uma América forte e segura significa uma Otan forte”.
Donald Trump acha que é o presidente imperador do mundo e que pode simplesmente apontar que deseja um país para si, e todos os continentes se dobrem aos seus desejos, os Estados Unidos que representa a maior democracia do mundo está prestes a se tornar a maior autocracia com um presidente que não respeita gente nem Estado, nem soberania de qualquer outro país. Todavia, Trump respeita quem não teme a ele e o enfrenta de frente, por isso voltou hoje em Davos, e resolver que não irá atacar a Groelândia, mas deixou a ameaça de aplicação de sanções financeiras a União europeia.
Por Irene Dóres
Fontes: G1, GloboNews



