Colégio Social discute o uso de redes sociais por crianças e adolescentes e o controle dos pais como preservação da saúde mental

O colégio Social interage cada vez mais com as famílias dos educandos em busca de transformar a realidade paralela em educação consciente e para isso realizou na noite de ontem (31.03), um encontro entre país de alunos para conversar sobre a atuação das crianças e adolescentes nas redes sociais. O palestrante foi o terapeuta Fabrício Moreira, o qual fez uma linda fala deixando os presentes absolutamente concentrados na escuta de suas palavras que foram  muito assertivas sobre o uso da internet no meio familiar.

A palestra teve o título de “intencionalidade que transforma” e foi mostrando ao longo da conversa como funciona a rede social na sociedade e os malefícios que ela pode causar nas crianças e adolescentes a depender como seja utilizada.

O terapeuta usou a metáfora do exemplo do mais velho para o mais jovem no modo de fazer e agir e citou uma família que trabalhe diretamente com a internet é possível que suas crianças achem natural mergulhar nas telas e conhecer através delas, coisas ruins e causadoras danos à saúde mental como a comparação de seus corpos com os vistos nas redes sociais, o que pode ocasionar ansiedade, baixa auto-estima e até mutilações como punição por não se considerar perfeitos.

Sobre o uso de internet pelos pais, esta é capaz de desviar a atenção deles para com os filhos e causar negligência com a atenção e demonstração de amor pela criança ou adolescente até para analisar uma criação artística ou mesmo lição da escola da criança. Para o terapeuta, com essas atitudes a família acaba moldando o comportamento dos filhos para uma espécie de dependência de telas sem condição de controle para decidir tudo em seu dia a dia.

O terapeuta recomendou aos pais menos telas e mais conversas, uma intimidade maior com as crianças, o envolvimento com seus afazeres na escola e com os amiguinhos, um tempinho para a brincadeira, a confiança mútua e a diminuição do tempo de tela. Fabrício lembrou que os proprietários das redes sociais não permitem que seus filhos entrem nelas e que é preciso entender e se distanciar das redes sociais, porque eles sempre irão existir, contudo, o controle é necessário, o amor familiar e a atenção supera tudo.

A palestra foi muito produtiva, causou impacto e reflexão nas famílias presentes e conseguiu que alguns responsáveis ponderassem entre si o que fazer para diminuir pelo menos 10% do tempo de tela dos seus filhos.

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