Vorcaro foi muito além da fraude financeira: invadiu sistemas da PF, MPF, Interpol e FBI, indica a investigação da PF

A matéria publicada no Portal Brasil247 traz uma notícia estupefata mas não assombrosa nesta tarde 04/03, apenas revela que Daniel Vorcaro é um chefe de quadrilha muito qualificado para o cometimento dos crimes aos quais ele está sendo acusado a matéria informa o seguinte:
“…a Polícia Federal aponta que um grupo ligado ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, teria acessado de forma indevida sistemas restritos utilizados por órgãos de investigação e segurança. Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, é investigado por suspeitas de envolvimento em fraudes bilionárias associadas à instituição financeira. Ele voltou a ser preso nesta quarta-feira (4) por determinação do ministro André Mendonça, que passou a relatar as investigações no Supremo Tribunal Federal (STF) após a saída do ministro Dias Toffoli do caso.”
Após a investigação mais profunda da Polícia Federal outros nomes do grupo comandado por Vorcaro foram surgindo como uma organização criminosa sistemática, e estes foram presos hoje assim como o dono do banco Master a matéria trouxe as menções:
“Além de Vorcaro, outras três pessoas foram presas no âmbito da investigação. Entre elas está Luiz Phillipi Mourão, conhecido pelo apelido de “Sicário”. Segundo a Polícia Federal, ele seria responsável por coordenar uma estrutura descrita pelos investigadores como uma milícia privada chamada “A Turma”.
De acordo com os investigadores, o grupo teria sido utilizado para monitorar ilegalmente adversários, autoridades públicas e jornalistas. Mourão é apontado como responsável por realizar consultas e extrair informações sensíveis de bases de dados restritas utilizadas por órgãos de segurança pública e investigação criminal.
A matéria informa ainda que:
“ os acessos eram realizados por meio da utilização de credenciais funcionais pertencentes a terceiros, estratégia que permitia acessar dados protegidos por sigilo institucional sem levantar suspeitas imediatas nos sistemas.”
No âmbito das prisões outros dois nomes da “Turma” engrossaram a lista são eles:
Marilson Roseno da Silva, integrante do grupo “A Turma”. Conforme a investigação, ele usou sua experiência e contatos para obter informações sigilosas e realizar vigilância clandestina. O outro detido foi Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e apontado como operador financeiro de seus esquemas fraudulentos.
O grupo de investigado é acusado de ter acessado sistemas internos da própria Polícia Federal e do Ministério Público Federal, além de plataformas utilizadas por organismos internacionais de cooperação policial como o FBI e Interpol, a Turma tinha um esquema forte e muito organizado.
O grupo ameaçou jornalistas, mandou surrar uma empregada e ameaçou outras autoridades como uma milícia. A Polícia Federal segue investigando e o STF está analisando o caso.




